sexta-feira, 3 de julho de 2009

Um monitor com defeito, o celular ultrapassado ou videogame trocado por um mais moderno vão parar sobre o intrincado caminho que o lixo eletrônico faz dos países desenvolvidos - Estados Unidos, principalmente - para os subdesenvolvidos, como China, Índia e nações na África.
A falta de estratégias de reciclagem resulta em contêineres enviados ilegalmente, que carregam monitores, placas-mãe e outros gadgets para serem desmontados e queimados sem qualquer proteção por habitantes dos países pobres.
A estrutura de descarte internacional, classificada como “máfia” por Zeina, justifica ainda mais um cuidado maior por parte de fabricantes para a retirada completa de compostos perigosos para o ambiente como chumbo, cádmio, mercúrio, polivinis (PVC) e retardantes de chama bromado (BFR), com "COMPOSIÇÃO DE uma mistura de hexaboreto de lantânio e pelo menos um do óxido estanoso de índio e óxido estanoso de antimônio. Também divulgados são uma folha do butiral de polivinila de absorção de nfravermelho disposta entre as duas folhas de vidro.
Infravermelho e um laminado de vidro tendo a folha butiral de polivinila de absorção
Características cancerígenas, do processo de fabricação.
Para pressionar o setor, o Greenpeace criou um ranking das empresas mais verdes que, em sua 11ª edição, destaca tanto a liderança da finlandesa Nokia como a melhora da Apple, A Nokia é o líder histórico do ranking do Greenpeace, ainda que a empresa recicle apenas 5% de todos seus telefones celulares no planeta. usada como parâmetro pelo grupo para que fabricantes de computadores como HP e Dell, por exemplo, cumpram prazos assumidos para eliminar compostos tóxicos de seus equipamentos.
Enquanto notebooks, celulares, videogames e monitores tiverem produtos químicos tóxicos, Zeina alerta, não são apenas os menos favorecidos que correm riscos: medições do Greenpeace detectaram altos níveis de substâncias perigosas para os consumidores em casa, vindos principalmente de equipamentos equipamentos eletrônicos.
Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2009/06/12/greenpeace-mapeia-o-caminho-do-lixo-eletronico-para-africa-e-asia/ acessado em: 01/07/2009, pesquisado por Waleska e Samuel

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